Conversores Industriais RTA BRT
Conversores Industriais
Conversor, aqui, é o equipamento que muda a grandeza da energia que a instalação já tem: de contínua para contínua em outro nível (CC/CC), de contínua para alternada (CC/CA), ou as duas coisas no mesmo gabinete, com várias saídas. A RTA fabrica sob projeto, de uma unidade a milhares.
Conversor ou inversor?
A diferença está no escopo. O inversor da linha BRT INV é produto de catálogo com uma função definida: entregar CA a partir de uma fonte CC. O conversor industrial é projeto: parte da fonte que já existe na instalação e entrega o conjunto de tensões que aquela aplicação pede — não raro CC e CA ao mesmo tempo, em um só painel.
Por isso o conversor aparece onde o padrão não serve: instrumentação, ferrovia, aeroporto, subestação e retransmissora, onde a fonte disponível é a que está instalada e não pode ser trocada, e onde a carga exige uma tensão que ninguém fabrica em série.
Quando a solução é conversor, e não fonte nova
- A fonte CC existente é boa e cara. Banco de baterias de subestação e retificador de grande capacidade já estão pagos e instalados; converter aproveita esse investimento em vez de duplicá-lo.
- A carga nova pede outra tensão. Um equipamento que chega em 24 Vcc numa subestação de 125 Vcc não justifica um sistema próprio — justifica um conversor.
- Falta espaço. Em expansão, retrofit e manutenção de sistema existente o espaço já está tomado, e concentrar as conversões em um gabinete resolve.
- Várias saídas de uma vez. Um único painel entregando 24, 48 e 125 Vcc mais uma saída em CA, com a redundância definida no projeto.
O uso de conversores é orientado para os requisitos críticos de suportabilidade ao ambiente da instalação, a confiabilidade do sistema, ao MTBF (mean time between failure), e principalmente a rápida manutenção, reposição do sistema, ou MTTR (mean time to repair). A questão do espaço ocupado é critica devido a concentração de equipamentos existentes, e geralmente é uma solução implantada durante expansões, retrofit e manutenções de sistemas existentes. Considerando-se que estes sistemas a serem alimentados encontram-se isolados e em ambientes agressivos, a durabilidade e robustez são os fatores mais importantes de projeto.Recursos como proteção contra curto circuito e sobretemperatura são itens obrigatórios.
O conversor BRT é construído atendendo os padrões e normas atualizadas no mercado brasileiro e internacional, destacando-se:
- NR10, Anatel (padrão Telebras), NBR5410, normatizações internacionais de referência;
- Podem ser fabricados nos mais diferentes invólucros metálicos, com grau de proteção desde ip20 até ip65, em cores normatizadas do cliente.Para unidades pequenas o formato rack 19 pode ser aplicado;
- As capacidades vão de 300va até centenas de kvas, limitados sempre pela máxima tensão de entrada CC, que pode ser 12Vcc / 24Vcc / 36Vcc / 48Vcc / 72Vcc / 125Vcc / 220Vcc / 380Vcc, etc;
- As tensões de trabalho podem ser monofásicas, 110 ou 220V ou até trifásicas em 208, 220, 380, 440, 480 e 690Volts, 50 ou 60hz em CA, e de 12V até 800Vcc, conforme modelo e projeto;
- A linha BRT de conversores pode contemplar uma interface para monitoração das medidas, alarmes e histórico de eventos, bem como comandos como ativação, instrumentos, sinalizações, entre outros;
- Estão disponíveis versões customizáveis, permitindo que sejam adicionados ainda ao projeto quadros de distribuição QDCA, chaves estáticas independentes, transformadores isoladores na entrada ou na saída, etc.
Características
A serem definidas pelo usuário.
Podem variar com base em cada solução.
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